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Publicado por em julho 1, 2011 em Uncategorized

 

Novo BLOG

Visando melhorias para atender todos os usuários do blog http://andersonjcarvalho.wordpress, criamos um domínio próprio para acomodar melhor os post’s, http://tudoquerola.com.br.

Dessa forma gostaria de agradecer a todos os fiéis visitantes, que sempre acessam o blog, seja para pesquisar ou passar o tempo, é muito importante para mim que continuem acessando e mandando suas sugestões sobre o blog.

Desde já o meu muito obrigado a todos vocês e sejam bem vindos a nova casa.

Obrigado.

WWW.TUDOQUEROLA.COM.BR

 
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Publicado por em maio 9, 2011 em Uncategorized

 

Caindo em câmera lenta

 
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Publicado por em maio 8, 2011 em Interessantes

 

Comprou notebook e recebeu dois pacotes de miojo

O que é pior: comprar em uma loja virtual obscura que não entrega seus produtos  ou desembolsar R$1.200 em uma loja famosa e receber dois pacotes de macarrão instantâneo no lugar? A pobre servidora pública Maria Luiza Ferreira queria comprar um notebook de presente para sua mãe, mas terá que se contentar com uma deliciosa macarronada de seis minutos.

O caso foi revelado pela CBN e confirmado pelo Submarino. Maria comprou um notebook por R$1.200 em uma promoção do site e chegou a receber a encomenda antes do combinado. Feliz da vida, abriu a caixa e deu de cara com dois pacotes de macarrão instantâneo — como se não bastasse toda a desgraça, eles sequer são os originais, da Nissin Lamen.

Ela prontamente ligou para o suporte do Submarino que, provavelmente surrealizada com as informações, não soube dizer ao certo o que a cliente deveria fazer. A devolução chegou a ser uma opção, mas será que Luiza resistiu e não abriu os pacotinhos? Pela foto, trata-se da versão de galinha, uma das opções com sabor mais marcante e toques refinados de tempero da terra.

No fim das contas, o Submarino disse à CBN que teve um problema operacional, prometeu resolver o caso, mas provavelmente a mãe de Luiza não terá seu notebook até domingo. Mas ela ganhará um almoço imperdível, sem dúvida. Aliás, fica a maior dúvida de todo o caso: quem compra dois pacotes de miojo pelo Submarino?

Fonte: http://www.gizmodo.com.br

 
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Publicado por em maio 8, 2011 em Bizarro

 

Bateria que recarrega com água

Cientistas da Universidade de Stanford desenvolveram uma bateria que utiliza a nanotecnologia para criar electricidade a partir da diferença no teor de sal entre a água doce e água do mar. Os pesquisadores esperam usar a tecnologia para criar usinas de energia onde a água doce os rios correm para o oceano. A nova “mistura entropia” alternadamente mergulha sua bateria eletrodos na água do rio e água do mar para produzir a energia elétrica.

A produção de electricidade a partir da diferença de salinidade (a quantidade de sal) em água doce e água do mar não é um conceito novo. Nós já abrangidos tecnologia de energia, salinidade e Statkraft Noruega construiu uma usina protótipo que funciona. Mas a equipe de Stanford, liderada pelo professor associado de ciência de materiais e engenharia Yi Cui, acredita que seu método é mais eficiente, e pode ser construído de forma mais barata.

Outros fresca / água salgada poder trabalhar plantas, liberando energia através de osmose (passagem de moléculas de solvente através de uma membrana). A abordagem da equipe de Stanford aproveita a energia entrópica da interação da água doce e água salgada com os eletrodos da bateria.

A bateria de entropia de mistura obras de troca do eletrólito (um líquido que contém íons ou partículas eletricamente carregadas – neste caso a água) entre quando a bateria está carregada e quando ela estiver descarregada. Os íons na água são o sódio eo cloro, que são os elementos de sal de mesa comum. O salgado da água, mais íons de sódio e cloro existem, e quanto mais tensão, que podem ser produzidos.

A bateria é o primeiro cheio com água fresca e carregada. Então, a água doce é trocada por água salgada. Porque a água salgada tem 60 a 100 vezes mais íons de água doce, o potencial elétrico é aumentado e que a bateria pode descarregar em maior tensão, proporcionando mais energia elétrica.

Depois que a bateria está descarregada, o sal da água é drenada e água fresca é adicionada para iniciar o ciclo novamente.

Para aumentar a eficiência da bateria, o eletrodo positivo é feita a partir de hastes nanoescala de dióxido de manganês. O eletrodo negativo é feito de prata. O projeto do nanorods fornece cerca de 100 vezes mais área de superfície para interação com os íons de sódio em comparação a outros materiais, e permitem que os íons se movem dentro e fora do eletrodo com mais facilidade. A equipe de Stanford relata uma eficiência de 74 por cento em converter a energia potencial na bateria à eletricidade. Cui acredita que com mais desenvolvimento a bateria poderia alcançar até 85 por cento de eficiência.

A equipe de Stanford calcula que com 50 metros cúbicos (mais de 13.000 galões) de água por segundo, uma usina de energia com base nessa tecnologia poderia produzir até 100 megawatts de potência. Isso é suficiente eletricidade para suportar cerca de 100.000 famílias.

Enquanto a água salgada é abundante nos oceanos, o volume deágua doce necessário sugere que uma boa localização para uma usina de energia da bateria a entropia de mistura seria o lugar onde um rio deságua no oceano. Porque deltas de rios eestuários são ambientes sensíveis, a equipe de Stanfordprojetaram suas baterias para ter o mínimo impacto ecológico. Osistema teria algum desvio do fluxo de um rio para produzirenergia, antes de retornar a água para o oceano. A descarga de água seria uma mistura de água doce e água do mar, e liberadoem uma área onde as duas águas já se encontram.Na verdade, a água doce não tem de vir de um rio. Cui disse queo escoamento da tempestade, a água cinza, ou esgoto, mesmotratado poderia ser usada. Como um benefício adicional, o processo de mistura de entropia pode ser invertida para produzirágua potável através da remoção de sal da água do oceano.Os cientistas de Stanford estão atualmente trabalhando emmodificações para começar a bateria pronta para produção comercial. Por exemplo, o eletrodo de prata é muito caro, e elesesperam desenvolver uma alternativa mais barata. Como abateria é a entropia de mistura simples de fazer e produzirenergia de forma eficiente, a equipe espera que sua tecnologiapode se tornar uma importante fonte de energia renovável no futuro.

Resultados da equipe foram publicados no American Chemical Society Nano Journal Letters.

 
 

Pensou que fosse fácil dirigir uma Ferrari?

 
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Publicado por em maio 7, 2011 em Ferrari

 

25 anos do desastre de Chernobyl: mitos e verdades da energia atômica

O dia 26 de abril de 2011 marcou o 25º ano do acidente nuclear ocorrido na cidade ucraniana de Chernobyl. O acidente, considerado o maior do gênero na história da humanidade, foi um dos primeiros a colocar em cheque os verdadeiros benefícios da energia nuclear se comparados aos riscos que esse tipo de empreendimento representa.

O acidente em Chernobyl

Na madrugada de sábado, 26 de abril de 1986, ocorreu o acidente com o reator número 4 durante testes realizados na usina nuclear. As partículas que se espalharam pela região despejaram sobre o local uma nuvem de contaminação 400 vezes mais radioativa do que os ataques nucleares contra Hiroshima e Nagasaki ao final da Segunda Guerra Mundial.

Não houve apenas uma causa para o acidente. Os principais motivos são as falhas no projeto técnico na construção dos reatores RBMK, além de falhas humanas no manuseio em suas hastes de controle, o que levou a complicações no nível de calor gerado pelo dispositivo. As altíssimas temperaturas destruíram o reator 4, ocasionando o maior acidente nuclear da história.

O resultado imediato foi a morte de 31 pessoas: uma durante a explosão, uma de trombose coronária, uma terceira de queimaduras térmicas e 28  de intoxicação aguda por radiação. Mas os problemas continuaram, atingindo cerca de 1 mil trabalhadores de emergência da área do reator no primeiro dia após o acidente. Durante o primeiro ano pós-acidente, cerca de 200 mil trabalhadores das operações de emergência e recuperação foram expostos à alta radiação.

Primeiras ações contra a radiação

Até o dia 5 de maio de 1986, o governo soviético despejou, com a ajuda de helicópteros, 2,4 mil toneladas de chumbo e 1,8 toneladas de areia para tentar abafar de vez o fogo do reator 4 de Chernobyl e também absorver a radioatividade, evitando que ela se espalhasse ainda mais. Em 6 de maio, a emissão radioativa e o fogo foram controlados.

Chernobyl é um assentamento da cidade de Pripyat e a área de isolamento na região, que a princípio era de 2.800 km², chegou a 4.300 km². Os 45 mil habitantes da cidade foram removidos logo após o acidente e, ao todo, 210 mil pessoas foram levadas para locais menos contaminados. O governo socialista tratou os atingidos com iodo e, ainda em 1986, um “sarcófago” foi concluído em torno do reator destruído para absorver o restante da radiação da usina.

Além da Bielorrússia, país que faz fronteira com a Ucrânia, nos anos seguintes, a nuvem de radiação pode ser notada em outros países da Europa e de outros continentes. Índices de radiação foram detectados nos seguintes países: Suécia, Escandinávia, Países Baixos, Bélgica, Reino Unido, Eslováquia, Romênia, Bulgária, Grécia, Turquia e Polônia.

25 anos depois

Passado um quarto de século desde o acidente, Pripyat e Chernobyl se tornaram cidades-fantasma de aspecto apocalíptico, parecendo cenários de filmes como “Os 12 macacos” ou “Eu sou a lenda”.

Em declaração à agência de notícias AFP, o professor de biologia Tim Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul, EUA, afirmou que a região de Chernobyl ainda representa uma ameaça para a natureza. Mousseau é estudioso dos efeitos do acidente para a biodiversidade local e publicou ano passado um censo sobre da vida selvagem na região.

De acordo com o professor, há hoje menos animais e espécies do que o esperado no entorno de Chernobyl, tanto no número de mamíferos quanto no de insetos. Além disso, em fevereiro de 2011 foram registrados 550 pássaros e 48 espécies de oito locais diferentes. Os animais tiveram seus cérebros medidos e as aves que habitavam locais de alta radiação tinham cérebros 5% menores do que as que viviam em locais com menor índice radioativo.

Nos últimos 25 anos, milhares de pessoas desenvolveram câncer em decorrência da alta exposição à radiação emitida pela usina. As Nações Unidas apontam, em relatório publicado em 2002, para 4 mil casos de câncer de tiroide em pessoas que eram crianças e adolescentes na época do acidente, número que deve dobrar nas próximas décadas.

É consenso que pelo menos 1,8 mil crianças e adolescentes, habitantes das áreas de maior contaminação na Bielorrússia, desenvolveram câncer de tiroide. A doença, contudo, é tratável e, de acordo com um relatório da NucNet (uma agência de comunicação especializada em notícias e relatórios sobre energia nuclear), a taxa de sobrevivência de portadores da doença no país é de 99%.

Em 2005, um relatório publicado pelo Chernobyl Forum, escrito por mais de cem especialistas de países como Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, ligados à Organização Mundial de Saúde e ao Banco Mundial, entre outras organizações, afirmaram que 4 mil pessoas podem morrer prematuramente devido à exposição radioativa.

Há um movimento para a construção de um abrigo em torno da usina de Chernobyl, para isolá-la, que deve custar cerca de 1,6 bilhão de euros, aproximadamente 3,7 bilhões de reais.

Desastre em Fukushima

Não há como falar em energia atômica sem se lembrar de Chernobyl, mas uma nova localidade entrou recentemente para a triste história dos acidentes nucleares: Fukushima, Japão. O acidente, ocorrido em 11 de março de 2011 na usina Fukushima Daiichi, na província de Fukushima, expos cerca de 80 mil japoneses à radiação.

Yukio Edano, porta-voz do governo, disse no último dia 26 de abril que os acidentes em Chernobyl e em Fukushima são de “natureza distinta”, pois no caso da usina japonesa, o nível de radiação emitido é cerca de dez vezes menor do que no da usina ucraniana. Além disso, Edano ressalta o fato de ninguém ter morrido devido ao acidente de Fukushima.

A sociedade civil, contudo, parece não partilhar da mesma linha de pensamento das autoridades nipônicas. Em memória aos 25 anos do acidente nuclear de Chernobyl, 87 ONGs participaram de uma movimentação conjunta para “uma sociedade livre de energia nuclear” e aproveitaram para pedir o fechamento das duas usinas existentes em Fukushima.

Junto das manifestações estava Pavel Vdovichenko, russo de 59 anos que sobreviveu ao acidente ucraniano. Para ele, “o acidente em Fukushima é irmão gêmeo de Chernobyl”, e as consequências, econômicas, sociais e de saúde do caso, levarão os moradores da região para tempos difíceis.

Outro ponto de divergência entre a Tepco, empresa que gerencia a planta de energia, e militantes de movimentos contra a energia nuclear é a questão das condições de trabalhadores que ajudaram na limpeza do local do acidente. Enquanto as informações oficiais dão conta de que eles não estão expostos a riscos, membros de associações como o Instituto de Radioproteção e Segurança Nuclear, da França,  se espantaram com as condições de trabalho.

Energia nuclear no Brasil

O Brasil também entrou no jogo de energia nuclear, e já faz algum tempo.  A responsável por operar as usinas nucleares brasileiras é a estatal Eletronuclear, ligada à Eletrobrás. Atualmente, existem duas usinas do gênero por aqui, ambas no balneário de Angra dos Reis, Rio de Janeiro, que fica a 150 km da capital do estado.

As usinas brasileiras são a Angra 1, ativa desde 1985, e Angra 2, em atividade desde 2001. Ambas são responsáveis pela produção de 3% da energia produzida no Brasil e 32% da consumida em todo o estado do Rio de Janeiro. Angra 3, a terceira usina, ainda em fase de construção, tem início de operações programado para 2015.

Em seu site oficial, a Eletronuclear garante que as usinas são complexas, porém, não oferecem risco quando operadas com segurança. Além disso, a estatal garante que a energia nuclear é a forma de produção de energia em larga escala menos nociva ao meio ambiente por não emitir gases do efeito estufa e, mesmo ele tendo surgido depois, respeitar o Protocolo de Kyoto.

Greenpeace, um dos principais movimentos mundiais contra a energia nuclear, afirma que esse tipo de energia agride o meio ambiente, é caro e perigoso. Contaminação da água, solo, ar e, consequentemente, de seres vivos, o que acarretaria no desenvolvimento de cânceres e abortos, além de uma série de síndromes e doenças, são apontadas pelo grupo como os principais argumentos contra a energia atômica.

Se a Eletronuclear não considera a possibilidade de interromper o programa nuclear brasileiro, pelo menos se dedica a rever os sistemas de segurança das usinas de Angra. José Manuel Diaz Francisco, coordenador de comunicação e segurança da empresa, afirmou que a tecnologia empregada em Angra é superior à usada em Fukushima Daiichi, o que garante mais segurança ao processo de resfriamento dos reatores.

O Plano Nacional de Energia, do governo federal, prevê a implantação de quatro a oito usinas nucleares no Brasil até 2030. Para o Greenpeace, porém, o acidente em Fukushima abre precedentes para avaliar a real necessidade da construção de novas usinas. O movimento defende o fomento ao desenvolvimento de energias limpas e renováveis.

Mitos e fatos

Como se pode ver, a energia nuclear é um assunto muito controverso ainda nos dias de hoje. Há uma série de informações que circulam por aí, alguns dados são mitos, outros são fatos, e o Tecmundo tenta esclarecer alguns para você agora.

Um dos grandes mitos que envolvem a energia nuclear é a de que ela é totalmente limpa. Se ela não emite tanto gás carbônico quanto energias advindas de fontes fósseis, o resultado que advém de sua produção pode ser bastante danoso. Há casos de praias de Angra contaminadas por dejetos das usinas, bem como suspeitas de contrabando de lixo radioativo europeu para países africanos, em especial a Somália.

Outro mito é de que as usinas podem explodir tal qual as armas nucleares. Isso é impossível, afinal, as bombas têm reação nuclear feitas de modo descontrolado. Já em usinas, a reação é controlada, o que torna impossível que ela exploda igual a, por exemplo, as bombas despejadas pelos Estados Unidos sobre o Japão durante a Segunda Guerra Mundial.

Muito se fala sobre a energia nuclear ser mais barata que outras fontes de baixo-carbono, porém, isso também é mito. Segundo Chris Goodall, especialista na questão climática e colunista do jornal britânico The Guardian, o maior problema de projetos de energia nuclear é a imprevisibilidade dos custos. Ele cita como exemplos a usina em uma ilha a oeste da Finlândia e projetos nos EUA que foram recuados devido às polpudas somas necessárias para desenvolvimento.

Uma verdade sobre energia nuclear é que pessoas infectadas por radiação podem contaminar outras. A contaminação pode ocorrer por contato com a pele ou secreção (saliva, suor, fezes e urina) de alguém já infectado. Esse, inclusive, foi um dos grandes problemas enfrentados por sobreviventes de Chernobyl, segundo Pavel Vdovichenko.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br

 
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Publicado por em maio 6, 2011 em Internacional

 
 
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